Neste momento difícil que estamos vivendo, entendo que a melhor coisa a fazer é
deixar bem claro “em qual lado a gente está”. Eu estou à esquerda, como sempre,
afinal de contas acredito no socialismo democrático.
Temos
um fenômeno acontecendo no mundo. Trata-se da tentativa de ressuscitar o
nazi-fascismo. Considero que este assunto não é algo natural (o nazi-fascismo
nunca o é), mas sim um subproduto da velha receita dos ultraconservadores,
cujos antepassados criaram fantasmas, inventaram lendas, fraudaram fórmulas,
para dar continuidade ao sistema injusto de exploração do trabalhador.
De
tempos em tempos surgem picaretas com receitas para consertar tudo o que eles
mesmo estragaram. E eles aparecem com roupas diferentes, vocabulário
apropriado, e caras de santinhos, às vezes neoliberais, às vezes mais
conservadores, colocando a “família” em primeiro lugar. Noutros momentos são muito
religiosos. E assim, seguem, fraudando até mesmo a História.
Desta
vez o perigo acendeu um sinal de alerta. Em quatro anos de governo, o Bozo
acabou com cinquenta anos de conquistas dos trabalhadores. O golpista Temer, em
um ano, atrasou o país em quase um século. Só não tentaram, ainda, revogar a
Lei Áurea. Estes estranhos “fenômenos” ocorrem, esporadicamente, ao redor do
mundo, e sempre tem um porta-voz, de fala bonita, que traduz, para a linguagem
popular, as mesmas cantilenas mentirosas, que aparecem de roupa nova. E quando
falo em perigo, é porque o nazi-fascismo cultua e venera a morte. Não podemos
esquecer que são pessoas sem o menor apreço pela vida... dos outros, extremamente
covardes e cruéis.
Eleições
2026
A
posição do Brasil no complexo mapa da geopolítica do mundo atual, torna esta eleição
a mais importante que disputamos neste século. Nosso país representa, hoje, a
muralha que pode impedir a expansão do nazi-fascismo pelo mundo. A Europa
imagina que, em menos de dez anos, estará em guerra contra a Rússia. Esta,
controlada por um ex-chefe da KGB. Os Estados Unidos sob controle de um
lunático que governa conforme as vozes vindas dos seus intestinos. A China, com
mais de 1,5 Bilhão de bocas para alimentar e ¾ do seu território um deserto
árido, procura mercados.
Com cerca de 200 milhões de habitantes e mais de 8 milhões e
quinhentos mil quilômetros quadrados, de terras férteis, rios caudalosos, florestas
e, sob esta riqueza na superfície, milhares de metros de profundidade de
minérios e riquezas extraordinárias, o Brasil é “a bola da vez” no cenário
mundial. Nossas riquezas e nosso povo são indissociáveis. O que de mais
precioso que pudermos tirar da natureza deve estar à serviço do povo, de forma
equilibrada e sustentável. Isto só é possível com LULA na presidência.
Todavia, só eleger LULA não adianta nada se não tivermos um
Congresso sério. Então precisamos eleger um Congresso que dê suporte ao Governo
do Presidente LULA, votando nos candidatos do PT e seus aliados.
Por lealdade aos meus/minhas amigos/as, informo que votarei
assim:
13
- LULA PRESIDENTE
12
– Juliana Brizola – Governadora / Vice - Edegar Pretto
131
– Pimenta - Senador
500
– Manoela – Senadora
13007
– Leonel Radde – Deputado Estadual
1378
– Reginete Bispo – Deputada Federal
Justificativas
A Juliana Brizola é neta do Leonel Brizola e sua atuação está
à altura do que representou seu avô na História. Os militantes do PDT já
estiveram conosco antes e não nos decepcionaram. As rusgas pessoais estão fora
do contexto de avaliação do momento.
Leonel Radde é meu Deputado Estadual pelo seu combate intenso
e sem trégua ao nazi-fascismo e pelo trabalho sério de legalização da Cannabis
para tratamento de doenças. Tenho Doença de Parkinson e ele é um Deputado que
me representa.
Reginete Bispo é minha Deputada Federal porque eu a conheço à
uns trinta anos e testemunhei seu trabalho junto às comunidades quilombolas, junto
às mulheres negras e no movimento negro. Pelo seu combate ao preconceito e o racismo
nojento que fere e machuca, ela me representa.
Conto com os votos de amigos e amigas para termos paz na
construção do Brasil que queremos deixar para as futuras gerações, livre de
pragas e da escumalha golpista.
Porto
Alegre, setembro de 2026.